Você realmente sabe o que é o BLW e a Introdução Alimentar ParticipATIVA?

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Semana passada, assisti uma live em um canal de grande impacto no Youtube e me preocupei bastante com a mensagem sobre BLW que ficou no ar. Entre algumas coisas que falaram sobre a abordagem, no geral ficou a ideia de que “o bebê só conseguiria comer comida em palitinhos”, que “esses bebês nunca usarão talheres” e – o pior de tudo – que “o BLW exigiria além do desenvolvimento do bebê, o que acabaria por criar crianças frustradas com sua própria alimentação”.

Vou citar minha querida colega e parceira Viviane Vieira, do Maternidade Sem Neura, que esteve comigo presente em todos os eventos #BLWnoBRASIL do último mês e fez considerações bastante importantes em sua página no Facebook:

“Compreender que BLW é só comida de palitinho reduz em muito essa abordagem. E quando alguém pensa que BLW impõe algo ao bebê quando ele não está preparado, deixando-o frustrado e com percepção negativa da alimentação só me leva a entender que se está falando de outra coisa que não é o BLW. BLW não impõe. Pelo contrário, dá oportunidade. Ele não força o bebê para uma situação que ele não está pronto. Ele considera o seu desenvolvimento para que, somente então, o bebê coma. Se um bebê é livre para comer, por que ele ficaria com uma conotação negativa da comida? E podem ficar tranquilos pq as crianças não vão comer com a mão para sempre (a não ser que faça parte da cultura dela). Olha que surpresa! Ela manuseia o talher até mais rapidamente do que outras crianças! Mas concordo que BLW é um desafio para muitas famílias por causa do contexto social, incluindo o fim da licença da mãe. Porém, se pensarmos assim, também deixaremos de apoiar a amamentação, não?”

Quem acompanha meu trabalho sabe que não sou contra alimentos amassados ou papinhas. Minha luta maior é para que as pessoas entendam que entre querer que o bebê coma e o bebê estar pronto pra comer, existem mil nuances no processo. Que um bebê de seis meses começa a apresentar sinais de prontidão para se auto-alimentar e que podar esse processo, fazendo tudo por ele, pode ser bastante prejudicial para o seu desenvolvimento. E que mais do que tudo, para se desenvolver integralmente, a criança precisa de oportunidades.

E não, não são os bebês BLW que se frustram. É o ADULTO que se frustra, quando espera que em data certa o bebê pegue um alimento e leve-o à boca, sem que ele esteja pronto e disposto à isso. O paradigma da introdução alimentar tradicional não responde às questões do BLW. É impossível comparar qualquer resultado entre as duas abordagens, pois elas são absolutamente opostas.

E muitas e muitas vezes, considerem, o BLW pode ser a resposta para uma introdução alimentar tradicional que não dá certo. Porque frustrante mesmo é tentar dar colheradas para um bebê que claramente proclama por autonomia. Frustrante é quando o cuidador se desconecta completamente do bebê e insiste para que ele coma a quantidade que está escrita nos manuais. Frustrante é fazer comidinha organiquinha amassadinha e o bebê não abrir a boca nem por decreto. Frustante é acompanhar tantas e tantas famílias e bebês que fazem BLW FELIZES, querer contar isso pro mundo e empatar num discurso tão infeliz quanto esse em um meio de comunicação potente. Isso sim é frustrante PACAS.

Amanhã vou dar uma aula ao vivo sobre o assunto, e se te resta alguma dúvida sobre o que é de fato o BLW ou a IA ParticipATIVA, se cadastra, mesmo se for pra assistir apenas o replay:

Participe da aula GRATUITA ao vivo: Introdução ao Curso Avançado em IA ParticipATIVA e BLW

Para compartilhar a aula no seu facebook, CLICA AQUI! 😉 Bora espalhar a mensagem pro mundo!

Se quiser conversar, vou receber sua mensagem com muito carinho. Manda suas dúvidas também, terei o maior prazer de respondê-las ao vivo!

Um grande beijo,

Com carinho,
Michelle BentoNutricionista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em 2008, pós graduada em nutrição clínica funcional pelo Instituto Valéria Pascoal. Atua em co


 

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Quando e como oferecer carnes ao bebê? (BLW e participATIVA)

Por Nutricionista Clara Rodrigues

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Foto: Ana Quesada

No momento da introdução alimentar, muitas dúvidas surgem e a oferta de cárneos sempre gera muita insegurança. Quando posso oferecer carnes? Que carnes oferecer? Como preparar? Como cortar? Espero que esse texto ajude a sanar algumas dessas dúvidas.

A introdução de carnes na alimentação do bebê pode ser iniciada a partir dos 6 meses, junto com os outros alimentos. Muitas pessoas acham que as carnes precisam ser magras, mas não é necessário ter medo de optar por cortes de frango ou carne bovina que tenham mais gordura, pois os bebês têm uma necessidade proporcionalmente maior de gorduras do que o adulto.

Além disso, cortes mais gordurosos costumam ter uma textura menos seca, o que facilita a mastigação e deglutição, principalmente, no início da introdução alimentar. Músculo, acém, paleta, coxinha da asa, sobrecoxa, filé de peixe são ótimas opções para iniciar. As carnes de bode, carneiro, porco e rã (sim, rã!) também podem ser oferecidas, desde o início. Sempre lembrando que é de extrema importância verificar a procedência de qualquer tipo de carne, no momento da compra.

Cortar a carne no sentido transversal das fibras faz com que não se soltem fiapos longos e difíceis de engolir. Oferecer os cárneos no formato de almôndegas ou de hamburguinho (caseiro, claro) facilita para o bebê pegar com a mão, enquanto não tem o movimento de pinça desenvolvido. Misturar a carne triturada com legumes cozidos macios (como abóbora, cenoura ou batata) também pode ser uma opção para facilitar a deglutição, especialmente nos casos em que a carne tiver uma textura mais seca.

Como cortar a carne para oferecer ao bebê? #TaNaHoradoPapa #blwnobrasil #CursoAvançadoEmBLW

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À medida que o desenvolvimento do bebê atinge outros marcos, ele aprimora as habilidades motoras globais e orais e, mesmo alimentos mais secos, passam a ser mastigados e deglutidos sem dificuldade. Respeitar as etapas de desenvolvimento do bebê e adaptar a alimentação às habilidades adquiridas é essencial, tanto na introdução dos cárneos como nos outros grupos alimentares. Lembre-se: a meta é que até os 12 meses o bebê esteja comendo a comida da família.

 


Michelle BentoNutricionista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em 2008, pós graduada em nutrição clínica funcional pelo Instituto Valéria Pascoal. Atua em consultório e como personal die.png

 


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Quando o bebê aprende a comer com o talher?

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Não existe data mágica para que o bebê se interesse em usar o talher…

As habilidades de auto-alimentação se desenvolvem gradualmente, conforme o desenvolvimento motor do bebê avança e os movimentos motores aumentam em número, velocidade, acurácia e complexidade. No nível cognitivo, o bebê começa a assimilar, pouco a pouco, os esquemas de auto-alimentação através da observação e experimentação. Por isso, quanto mais oportunidades, maiores as chances das habilidades se desenvolverem naturalmente, sem que haja a necessidade de “treino”.

HABILIDADES

Figura 1. O desenvolvimento de uma habilidade é dependente de uma série de fatores, inerentes ao próprio indivíduo, ao ambiente que o cerca e às características da própria tarefa

 

Treino, inclusive, é uma palavra que eu prefiro não usar. Pela perspectiva do Baby-led Weaning e da Introdução Alimentar ParticipATIVA, o bebê neurotípico está predisposto a aprender e se desenvolver, sequencial e progressivamente, em um meio que favorece seu aprendizado. Assim, os talheres poderiam ser disponibilizados desde o início, porém sem expectativas de que o bebê irá começar a usá-los no tempo do adulto. O bebê vai começar a utilizar os talheres a partir da disponibilidade destes e de sua própria prontidão motora e cognitiva.

 

Favorecendo o uso dos talheres

Dito isso, vamos falar sobre oportunidades, e como acompanhar o desenvolvimento motor e cognitivo do bebê, organizando o ambiente e as tarefas de forma que o entorno seja positivo e favorecedor ao desenvolvimento das habilidades necessárias para o uso dos talheres (Figura 1).

 

Familiarização

Não existe dia certo para apresentar os talheres. Eles podem ser colocados na mesa ou bandeja do cadeirão antes mesmo da apresentação dos alimentos. Bebês que já sentam antes dos seis meses, não só podem como devem participar dos momentos de refeição familiar.

Leve o bebê junto à mesa com vocês e deixe que ele manipule os talheres, copos e pratos como brinquedos. Isso tudo faz parte do processo de familiarização, especialmente no início.

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Deixe o bebê explorar os utensílios assim que ele começar a sentar com mínimo apoio

 

Garfo ou colher?

Nenhum dos dois. Saiba que a base motora para levar um talher à boca se inicia no momento em que o bebê começa a levar as mãos e os objetos à boca. A destreza com os dedos, preensão, o equilíbrio, o alcance são habilidades prévias que podem ser adquiridas ainda com um mordedor, um brinquedo, um pedaço de brócolis ou uma colher. Cada qual com uma formas, textura e peso diferente, irão ensinar ao bebê os esquemas motores básicos que futuramente vão ser utilizados na aprendizagem da auto-alimentação com talheres. Então não se prenda à esse detalhe, apenas dê diferentes oportunidades.

A medida que o bebê vai mostrando aumento da complexidade nas habilidades motoras, como começar a levar à boca o alimento com mais facilidade, começar a esboçar um movimento grosseiro de pinça e transferir alimentos de uma mão à outra, o talher já pode ser colocado com o intuito de despertar interesse para a auto-alimentação. As próximas descobertas serão lentas e graduais, especialmente por observação e experimentação.

 

Experimentação

Não existe regra para começar por um ou outro utensílio, como já foi dito. Mas, respeitando as fases de desenvolvimento motor e cognitivo do bebê, é bem provável que vocês dois se frustem menos sabendo como lidar e o que esperar durante a curva de aprendizagem.

Uma boa forma de começar com os talheres é apresentando uma colher rasa, preenchida com algum alimento pegajoso. O  bebê vai naturalmente ver o objeto como um brinquedo e levá-lo à boca (ou ao olho, cabelo, bochechas rs). Aos poucos ele vai percebendo que aquele objeto pode transferir aquela “coisa” com sabor, do prato/bandeja para a boca. E começa tentar mergulhar a colher e lamber o que fica grudado nela.

 

A colher rasa é mais fácil porque dispende menos energia e complexidade tanto para  para encher a colher como também para capturar e retirar o alimento com os lábios. Pratos com bordas altas e que não escorregam também facilitam que o bebê consiga encher uma colher mais facilmente, para então poder carregá-la até à boca.

 

Algumas marcas estrangeiras já pensaram estrategicamente nessa fase inicial, desenvolvendo uma colher pequena, completamente reta (sem a “concha”) e cheia de vilosidades. Ela permite que o alimento grude ao material com facilidade, reduzindo o grau de complexidade da tarefa motora. Assim, a partir dos seis meses, alguns bebês já fazem o movimento simples de levá-la até boca, como fazem com qualquer outro brinquedo. O uso desse utensílio não é de fato essencial, mas pode auxiliar especialmente as crianças com algum atraso motor.

 

E eu não indico usar a colher torta, a não ser que seu bebê tenha alguma alteração física ou motora que a faça necessária. Simplesmente porque os movimentos que a criança faz para levar o alimento à boca com uma colher torta são diferentes dos movimento que ela faz quando usa uma colher regular. Lembre-se, a tarefa também é importante na aprendizagem, e derrubar faz parte. Em alguns casos, a colher torta pode dificultar a aprendizagem da colher normal, visto que a criança vai ter que reaprender a usar o utensílio.

Outra coisa que você também pode gostar de saber é que o controle motor dispendido para levar o alimento para a boca com o garfo é muito menos complexo do que com a colher (que precisa de mais acurácia, força e equilíbrio). Você pode mostrar ao bebê que é possível espetar o garfo em uma fruta picada, por exemplo, e deixar que ele faça o movimento de levar até a boca.

 

Usar o garfo e alimentos picados pode ser inclusive uma estratégia bem eficiente para aquela fase em que os bebês jogam a comida longe apenas para ver a trajetória e a queda (estão aprendendo relações de causa e consequência por volta de 9-10 meses). Ensinar uma habilidade diferente nesse momento pode desviar o foco dessa “jogatina” e instigá-los a querer praticar o uso do garfo. Leia mais: Os 10 maiores desafios do BLW

 

Vocês são o modelo

Bebês naturalmente aprendem por observação. Então, culturalmente, se a sua família utiliza colher, garfo e faca, e vocês dão a oportunidade da criança se familiarizar e ter experiências com esses utensílios, fiquem tranquilos!

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Dê tempo ao tempo

De fato, uma das coisas mais importantes que você deve assimilar é que o uso dos talheres não acontece da noite para o dia. A grande maioria dos bebês tende a utilizar os talheres como um batuque inicialmente, levando meses para usar o talher para transportar o alimento do prato à boca. Alguns bebês internalizam o esquema rapidamente, e amam comer com talher, outros podem demorar meses (ou anos) para que decidam utilizá-lo.

De qualquer forma, quando se opta por um estilo de criação ativa que preza pela autonomia, é importante deixar as expectativas de lado. Se o bebê estiver disposto a comer, com certeza ele irá preferir usar as mãos, se para ele assim for mais fácil e prazeroso.

À medida que ele se desenvolve e percebe que o talher o ajuda a levar certos alimentos com mais facilidade à boca (como por exemplo arroz e feijão, uma sopa ou um mingau), ele tende a se interessar mais pelo seu uso também. Isso tende a acontecer após 1 ano, quando não somente suas habilidades motoras estão mais eficientes, como também seus esquemas cognitivos e suas habilidades psicossociais estão se desenvolvendo a todo vapor. Cada vez mais eles vão querer autonomia e serem reconhecidos por isso!

Devagar e Sempre! 😉

 

 

Michelle BentoNutricionista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em 2008, pós graduada em nutrição clínica funcional pelo Instituto Valéria Pascoal. Atua em co


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Vale a pena fazer festa no parque?

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Difícil hoje em dia é gastar pouco em festa de aniversário…. Geralmente cheia de pre-requisitos, muitas guloseimas, enfeites, personalizados, lembrancinhas, o orçamento final pra uma festa bacana não sai nada barato.

O primeiro aninho do Nícolas foi em uma praça, uma das poucas praças bem cuidadas e disponíveis para lazer em São Paulo. Nós preparamos tudo, desde decoração até comida, e o resultado final foi lindo, mas exaustivo demais… Lembro de olhar as fotos e pensar que a festa definiu como tinha sido meu primeiro ano de maternidade: incrível, mas cansativo até a gota. rs

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O mais gostoso de fazer ao ar livre é ver as crianças se divertindo e correndo em meio à natureza… Pés e roupas sujas de areia, suor e cansaço de quem brincou e se divertiu demais com certeza estarão presentes no final da festa. No primeiro ano do Nícolas eu contratei uma empresa que contou histórias e cantarolaram músicas, mas no fim das contas achei que as crianças estavam ansiosas para que terminasse logo e elas pudessem ir brincar.

Para o primeiro ano do Quim, escolhemos um parque em Jundiaí, que é onde moramos atualmente. Um parque lindo demais, não muito cheio, com parquinho infantil, quiosque, quadra e com a possibilidade de levar animais de estimação. Pensamos no mesmo esquema da festa anterior, mas dessa vez decidi contratar a comida e os doces, e olha só, consegui até passar um batonzim pra foto hehe.

Entrei em contato com a Letícia, do Tá na Mesa Culinária Consciente, que tem uma empresa que faz comidinhas saudáveis para festas. A Letícia trouxe uma feirinha de madeira com frutas frescas e picadas, e deixou tudo ainda mais charmoso. Também levou as bebidas, sucos naturais e água aromatizada na jarra de vidro. Ficou tudo uma graça, além de muito saudável e saboroso!

Fotos: Ana Quesada Fotografia

 

A Luciana da Beeijinho Confeitaria ficou responsável pelo bolo e pelos doces! Ela tem uma proposta super bacana pra festas infantis, com bolos e doces com e sem açúcar, e as receitas são sem aqueles milhares de aditivos industrializados. Foi um sucesso absoluto! Como sempre, eu deixo os doces livres e à vontade! Apenas o bolo cortamos depois do parabéns, o restante ficou tudo junto na mesa com fácil acesso para as crianças.

 

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Fotos: Ana Quesada Fotografia

 

Pra quem tá com o bolso curto, eu ainda sugiro fazer um esquema mais caseiro mesmo. Comprar tortas, salgados assados e bolos prontos vale muito a pena, pois não custam tão caro e te economizam tempo pra fazer outras coisas. Comprar sanduíches de metro também é uma opção.

Eu até pensei em fazer um esquema piquenique mesmo, cada um traz um prato de doce ou salgado. Eu sou super tranquila com festas, acho que o importante mesmo é ter gente legal reunida, com comida, abraços, risadas e carinho. Gente que está feliz em estar ali apenas por dividir com a gente esse momento tão especial dos nossos filhos.

 

Dicas especiais para festinhas no parque:

#1 Escolha um lugar bonito por natureza

Se você escolher um lugar que já seja lindo, você terá que se preocupar pouco com decoração e coisas do tipo. A própria natureza se encarrega de encantar os convidados!

Na praça que escolhemos em SP, havia um “caseiro” que cuidava do local, então combinamos com ele e pagamos uma diária pra que ele limpasse os banheiros da praça antes e depois, e colocasse o lixo que juntamos ao final para coleta no dia certo.

No parque em Jundiaí, visitamos antes e tivemos que enviar um e-mail para a prefeitura para dizer que iríamos fazer a festa no local. Já existem funcionários no parque, então apenas deixamos todo o lixo organizado ao final e não tivemos que pagar taxas extras. É necessário atentar-se para as regras que cada parque possui, como por exemplo, não permitir o acesso de bebidas alcoólicas.

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Parque do Engordadouro em Jundiaí. Foto: Ana Quesada Fotografia

 

#2 Menos é mais

As crianças estão sempre dispostas a brincar em meio à natureza. No primeiro aniversário gastamos com animação, no segundo preferi deixar as crianças à vontade e elas aproveitaram demais!

Levamos brinquedos como bola, peteca, peão, bola de gude, bambolês, cataventos, bolinhas de sabão e pipas. Essas também eram as lembranças da festa, as crianças podiam levar o que eles mais gostaram de brincar durante a festa. Não só as crianças, como os adultos aproveitaram bastante o dia!

Fotos: Ana Quesada Fotografia

 

#3 Leve tudo pronto

Quanto menos você tiver que preparar na hora, melhor. Na primeira festa nós inventamos de fazer sanduíche de metro na hora e foi um caos! Na festinha do Quim tivemos o privilégio de ter contratado a Letícia do Tá na Mesa Culinária, que cuidou não só do cardápio, como ficou durante toda a festa dando suporte. Foi perfeito, mas entendo que pode extrapolar o orçamento.

Então se você resolver fazer os quitutes, prepare tudo com antecedência, leve os sucos congelados e tudo já picado e separado em potes, apenas para organizar nas bandejas. E mesmo que você consiga fazer todos os quitutes, tente contratar ao menos uma pessoa pra te ajudar a deixar a mesa limpa, repor as comidinhas nas bandejas, e o gelo na água e sucos. Isso vai te deixar mais livre pra curtir a festinha com sua cria e convidados!

#4 Tire muitas fotos!

Luz natural do dia rendem fotos fantásticas! Se você tiver a oportunidade, contrate um fotógrafo profissional para que você não tenha que se preocupar com mais essa missão! A Ana Quesada foi quem clicou o primeiro aninho do Quim, e através do olhar das lentes dela pude relembrar vários momentos que passaram desapercebidos na correria da festa. A gente não pára 1 segundo no dia e é uma delícia ver como todos se divertiram!

Caso extrapole o orçamento, peça aos seus amigos e familiares para compartilharem todas as fotos com vocês após a festinha! Se você tiver criado um grupo previamente no Facebook, isso pode te ajudar a organizar as fotos com todos os convidados mais facilmente.

 

O que você não pode esquecer antes do dia

 #1 Cheque a previsão do tempo

Tenha sempre um plano B em mente, pode ser o salão de festas do condomínio ou a casa de alguém que comporte os convidados… Faça um evento no Facebook com todos os convidados, assim você consegue avisar todo mundo caso tenha que mudar a festa de lugar de última hora!

#2 Reserve a data no local

Tenha certeza que o parque permite festas no local, e a necessidade ou não de reserva. Apesar de serem públicos, cada parque tem um conjunto de regras local e como cidadãos temos o dever de respeitar!

#3 Certifique-se que você tenha

  • Mesa grande para as comidinhas
  • Mesa pequena de apoio
  • Toalhas de mesa
  • Gelo e caixa térmica
  • Recipientes para servir tudo o que você escolheu
  • Copos, pratos, talheres e guardanapos
  • Lixeira e saco de lixo

#4 Tenha em mente

  • Escolha um lugar reservado o suficiente no parque, mas tenha em mente que o parque é público. Respeite as regras locais e caso alguma criança que não for convidada se aproxime, exercite a empatia para resolver a situação.
  • Ao posicionar a mesa, lembre-se que o sol muda de lugar. Então antes certifique-se que irá colocar realmente em um lugar que a sombra irá durar por todo o tempo da festa!
  • As pessoas vão querer/ precisar sentar. Caso tenha alguma amiga grávida, parente idoso ou alguém com alguma necessidade especial, certifique-se que vá ter espaço em algum banco público, ou leve cadeiras de praia. Para o restante dos convidados eu sempre levo alguns tapetes infantis e almofadas, e oriento que eles levem o que tiverem também. Outra opção é contratar empresas que fazem toda a decoração no local, incluindo os tapetes de piquenique, caixotes de madeira e almofadas.

 #5 Detalhes que fazem a diferença:

  • Toalha de mesa: um tecido bonito já garante boa parte da sua ‘decoração’. Arrume um tecido grande o suficiente que cubra todas as partes da mesa, assim vc pode esconder alguns itens embaixo da mesa (exemplo: potes com comidas extras, caixa térmica, sucos e outras bebidas etc).
  • Bandeirinhas, pompons, cataventos, varal de fotos, dobraduras… todas as cores são bem vindas para deixar o cantinho da festa especial!
  • Protetor solar e repelente para os desprevenidos.
  • Canecas, copos ou garrafinhas são uma ótima lembrancinha e garantem a hidratação nos próprios bebedouros do local.
  • Bonés ou chapéus também são uma excelente lembrancinha que as crianças podem usar durante a festa para se protegerem do sol.

 

Tá na hora do jabá!

Na festa de 1 aninho do Nícolas a gente estava super apertado, então eu acabei optando por fazer absolutamente tudo. Fomos na 25 de março, Mercadão da Lapa, fizemos desde as bandeirinhas até a salada de grão de bico. Deu MUITO trabalho e, sendo bastante sincera, gastei mais energia do que economizei. Tinha prometido pra mim mesma que não faria mais festa, mas como eu AMO festas e amo organizar eventos, eu sempre me esqueço do trabalho que dá rsrs

Então na festinha do Quim, colocando tudo na ponta do lápis eu decidi economizar muito mais na decoração (mesmo porque a gente já tinha itens das festas anteriores do Ni) e fazer uma parceria com essas pessoas mega queridas, que fizeram o dia ser delicioso e muito menos desagastante pra mim! Anota aí porque são recomendações de itens BEM difíceis de achar no mercado!

 

Fotografia: Eu tenho a sorte de ter uma amiga fotógrafa excepcional, de coração gigante e sorriso doce… A Ana Quesada consegue capturar momentos com olhar de quem está participando da festa, de quem faz parte da família. Sem pose, sem preparação, sem frufru. Ao ver as fotos da Ana depois da festa, fui inundada por uma sensação deliciosa, de tudo ter valido a pena! Foi como se ela tivesse sido meus próprios olhos, me lembrando dos detalhes que na correria da festa eu perdi, mas que agora me trazem lembranças que enchem a alma de alegria! Agora é só escolher as fotos mais lindas pra ela montar o nosso álbum! 💗

 

Comidinhas Saudáveis para festas: eu conheci a Letícia pelo Instagram e me apaixonei automaticamente pelo trabalho dela! Ela tem uma pegada super saudável, fez excelentes sugestões para a festinha ao ar livre e um passarinho me disse que teve gente que nem sentiu falta da coxinha rs. Fora o fato dela ser uma querida e ter um serviço impecável, do começo ao fim! Anota o contato que vale a pena!

 

Bolos e doces especiais: A Luciana da Beeijinho Confeitaria faz bolos e doces especiais, com ingredientes selecionados, e também sem glúten, sem leite, com biomassa de banana verde, cacau 70%, bolo sem açúcar… Ao gosto do freguês! 😄😄 Tudo perfeito tanto no visual de dar água na boca como no sabor irresistível!!! Achei o bolo imenso e no final não sobrou quase nada! Fez o maior sucesso!!! Anota os contatos dela:

  • Beeijinho Confeitaria, por Luciana Uezu (SP)
  • pedidos: (011) 993573039
  • contato.beeijinho@gmail.com

 


Aline P

Eventos com Gill Rapley e Tracey Murkett em Novembro, no Brasil

Pense numa oportunidade única?

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Não sei se vc viu, mas eu conversei com a Ana Basaglia, da Editora Timo, e falamos sobre todas as novidades do lançamento do livro Baby-led Weaning e a visita das autoras ao Brasil, em novembro! Dá só uma olhada nos eventos que vão acontecer:

Dia 24/11 – sexta, das 14 às 18h
Palestra para Profissionais: a Abordagem Baby-led Weaning, com Gill Rapley e Tracey Murkett (ingresso PRESENCIAL E TRANSMISSÃO AO VIVO)

  • No auditório do SIMESP – Sindicato dos Médicos de São Paulo, na Bela Vista, em São Paulo.
  • O encontro terá 4h de duração, com tradução simultânea, espaço para perguntas e respostas, autógrafos e fotos, e um delicioso coffee-break para interação.
  • Todos os ingressos presenciais darão direito ao livro inédito “BLW – O desmame guiado pelo bebê” e certificado de presença assinado pelas organizadoras do evento (SIMESP/CONALCO), além de outros brindes-surpresa.
  • Atenção: apenas 60 vagas para o encontro presencial / primeiro lote com desconto até 25/10!

 

Dia 25/11 – sábado, das 14 às 18h
Palestra para Pais e Mães: a Abordagem Baby-led Weaning na prática, com Gill Rapley e Tracey Murkett (PRESENCIAL)

  • No Hotel Golden Tulip Paulista Plaza da Alameda Santos, em São Paulo.
  • O encontro terá 4h de duração, com tradução simultânea, espaço para perguntas e respostas, autógrafos e fotos, e um delicioso coffee-break no intervalo.
  • Todos os ingressos presenciais darão direito direito ao livro inédito “BLW – O desmame guiado pelo bebê”, certificado de presença assinado pelas organizadoras do evento (Timo/CONALCO), voucher para visitar a Casa do Brincar e ingresso para um bate-papo online*, com uma hora de duração, 15 dias depois do encontro, com uma nutricionista e uma fonoaudióloga brasileiras, para esclarecer dúvidas a respeito da abordagem BLW, além de outros brindes-surpresa.
  • A Casa do Brincar estará presente apoiando as famílias que precisarem levar seu bebê de colo ou criança pequena ao evento, proporcionando um espaço de recreação para os maiorzinhos e trocadores para os bebês.

 

Dia 27/11 – segunda, das 8 às 16h
Workshop de imersão: a Abordagem Baby-led Weaning, com Gill Rapley e Tracey Murkett (PRESENCIAL – apenas 10 vagas restantes)

  • Em um espaço exclusivo dentro da Praça São Lourenço, em São Paulo, com estacionamento com valet incluso.
  • O curso de imersão terá 8h de duração no total, com tradução simultânea, espaço para perguntas e respostas, autógrafos e fotos.
  • O coffee-break, o café da manhã e o almoço em buffet completo e variado (com sucos e sobremesas) estão inclusos, onde será possível uma incrível interação com as autoras.
  • Todos os ingressos darão direito ao livro inédito “BLW – O desmame guiado pelo bebê” e certificado de presença assinado pelas organizadoras do evento, além de outros brindes-surpresa.

 

Nossa, eu to animadíssima!!! E você, me conta o que achou? Vai conseguir ir?
Vou estar em todos os eventos e vai ser um prazer te dar um abraço ao vivo e a cores! 🙂

Um beijão e até mais!

Com carinho,

Aline Padovani

Lançamento da versão brasileira do livro Baby-led Weaning: o que vem por aí!

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O post de hoje escrevo com tanto entusiasmo que chego a me emocionar! Vcs sabem, a abordagem BLW foi um divisor de águas na minha vida, e foi através da leitura do Livro “Baby-led Weaning” que um mundo inteiro se abriu diante das minhas possibilidades de atuação profissional.
Na última semana, tive o imenso prazer de fazer a última revisão dos termos técnicos do livro e posso dizer? Que reconfortante ler BLW direto da fonte, em nossa própria língua! Gill e Tracey escrevem com uma leveza e clareza inigualáveis! Reler o livro em português foi reafirmar tudo o que venho fortemente difundindo aqui no Brasil há mais de 3 anos! Vc deve imaginar como estou ansiosa pra conhecer a Gill pessoalmente!
E pra te contar tudo o q vem por aí, eu marquei um encontro online com a Ana Basaglia, da Editora Timo! Ela vai contar tudinho que você precisa saber sobre a vinda das autoras para o Brasil!
Ao se inscrever gratuitamente neste encontro, você concorre à 1 exemplar da edição brasileira do livro e à 1 vaga na palestra presencial para os pais!!!
Já te adianto que, agora em novembro, as queridas Gill Rapley e Tracey Murkett vem para o Brasil para o lançamento de “Baby-led Weaning – o desmame guiado pelo bebê”, pela editora Timo! E o CONALCO, em parceria com a Timo, está organizando 3 eventos SUPER bacanas pra quem trabalha, quer trabalhar ou simplesmente quer aprender mais sobre a abordagem BLW direto da fonte! 

Com a Ana, vou te contar sobre as novidades da versão brasileira do livro baby-led Weaning, sobre os eventos com as autoras, curso de imersão em BLW e vamos sortear 1 exemplar da edição brasileira do livro e 1 vaga para a palestra presencial com os pais!!! 

Esperamos por você!

Com carinho,

Aline Padovani

Concurso BLW Brasil: suas fotos publicadas na versão brasileira do livro!

ATUALIZAÇÃO 09/09/2017:

VENCEDORES DO CONCURSO (Chequem seus emails por gentileza)

  1. quinteros.rocio@
  2. analuciavendel@
  3. talita.deffente@
  4. natalia_valli@
  5. anapaula.cutolo@
  6. melinacaldani2@
  7. storino.sandra@
  8. ana.abreus@
  9. marianacarraca@
  10. lorenabit@
  11. ananery.pmg@
  12. muchmamae@
  13. simonemenzani@
  14. carolfesteves@
  15. vivianevieira@
  16. vi_assis@
  17. persis.castro@
  18. draamandaluiza@
  19. biancapizzato@
  20. cibeleneves@
  21. @mairasoares
  22. anairampasquale@

 

Lembrando que todas as fotos recebidas serão utilizadas para divulgar o “Baby-led Weaning” no Brasil! 🙂 Gill e Tracey receberam as fotos com muito carinho e se propuseram também a utilizar as fotos no Workshop que farão em São Paulo! ❤

Aproveito pra divulgar o site oficial do evento, com informações sobre o lançamento do livro, Palestras e Workshops, e a introdução do livro já em português pra vc baixar em PDF! Corre lá!

Muito obrigada a todas que participaram!!!

Com carinho,

Ana, Aline e toda equipe

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Que tal ter uma foto criativa do seu bebê na versão brasileira do livro ‘Baby-led Weaning‘, de Gill Rapley e Tracey Murkett?

Em parceria com a Editora Timo, lançamos o #concursoBLWnoBrasil

Baixe o regulamento nesse link: Regulamento Concurso Cultural.

Escolha uma categoria e envie sua foto!

As melhores fotos, além de participarem da edição brasileira do livro, ganharão um exemplar autografado e um acesso à transmissão ao vivo do evento com as duas autoras no Brasil!

Demais né!!!  Compartilha com alguém que você acha que gostaria de participar!!!

 

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