Quando o bebê aprende a comer com o talher?

Asian toddler girl eating cereals with milk on high chair at home

Não existe data mágica para que o bebê se interesse em usar o talher…

As habilidades de auto-alimentação se desenvolvem gradualmente, conforme o desenvolvimento motor do bebê avança e os movimentos motores aumentam em número, velocidade, acurácia e complexidade. No nível cognitivo, o bebê começa a assimilar, pouco a pouco, os esquemas de auto-alimentação através da observação e experimentação. Por isso, quanto mais oportunidades, maiores as chances das habilidades se desenvolverem naturalmente, sem que haja a necessidade de “treino”.

HABILIDADES

Figura 1. O desenvolvimento de uma habilidade é dependente de uma série de fatores, inerentes ao próprio indivíduo, ao ambiente que o cerca e às características da própria tarefa

 

Treino, inclusive, é uma palavra que eu prefiro não usar. Pela perspectiva do Baby-led Weaning e da Introdução Alimentar ParticipATIVA, o bebê neurotípico está predisposto a aprender e se desenvolver, sequencial e progressivamente, em um meio que favorece seu aprendizado. Assim, os talheres poderiam ser disponibilizados desde o início, porém sem expectativas de que o bebê irá começar a usá-los no tempo do adulto. O bebê vai começar a utilizar os talheres a partir da disponibilidade destes e de sua própria prontidão motora e cognitiva.

 

Favorecendo o uso dos talheres

Dito isso, vamos falar sobre oportunidades, e como acompanhar o desenvolvimento motor e cognitivo do bebê, organizando o ambiente e as tarefas de forma que o entorno seja positivo e favorecedor ao desenvolvimento das habilidades necessárias para o uso dos talheres (Figura 1).

 

Familiarização

Não existe dia certo para apresentar os talheres. Eles podem ser colocados na mesa ou bandeja do cadeirão antes mesmo da apresentação dos alimentos. Bebês que já sentam antes dos seis meses, não só podem como devem participar dos momentos de refeição familiar.

Leve o bebê junto à mesa com vocês e deixe que ele manipule os talheres, copos e pratos como brinquedos. Isso tudo faz parte do processo de familiarização, especialmente no início.

Baby Eating Food With A Spoon, Toddler Eating Messy And Getting

Deixe o bebê explorar os utensílios assim que ele começar a sentar com mínimo apoio

 

Garfo ou colher?

Nenhum dos dois. Saiba que a base motora para levar um talher à boca se inicia no momento em que o bebê começa a levar as mãos e os objetos à boca. A destreza com os dedos, preensão, o equilíbrio, o alcance são habilidades prévias que podem ser adquiridas ainda com um mordedor, um brinquedo, um pedaço de brócolis ou uma colher. Cada qual com uma formas, textura e peso diferente, irão ensinar ao bebê os esquemas motores básicos que futuramente vão ser utilizados na aprendizagem da auto-alimentação com talheres. Então não se prenda à esse detalhe, apenas dê diferentes oportunidades.

A medida que o bebê vai mostrando aumento da complexidade nas habilidades motoras, como começar a levar à boca o alimento com mais facilidade, começar a esboçar um movimento grosseiro de pinça e transferir alimentos de uma mão à outra, o talher já pode ser colocado com o intuito de despertar interesse para a auto-alimentação. As próximas descobertas serão lentas e graduais, especialmente por observação e experimentação.

 

Experimentação

Não existe regra para começar por um ou outro utensílio, como já foi dito. Mas, respeitando as fases de desenvolvimento motor e cognitivo do bebê, é bem provável que vocês dois se frustem menos sabendo como lidar e o que esperar durante a curva de aprendizagem.

Uma boa forma de começar com os talheres é apresentando uma colher rasa, preenchida com algum alimento pegajoso. O  bebê vai naturalmente ver o objeto como um brinquedo e levá-lo à boca (ou ao olho, cabelo, bochechas rs). Aos poucos ele vai percebendo que aquele objeto pode transferir aquela “coisa” com sabor, do prato/bandeja para a boca. E começa tentar mergulhar a colher e lamber o que fica grudado nela.

 

A colher rasa é mais fácil porque dispende menos energia e complexidade tanto para  para encher a colher como também para capturar e retirar o alimento com os lábios. Pratos com bordas altas e que não escorregam também facilitam que o bebê consiga encher uma colher mais facilmente, para então poder carregá-la até à boca.

 

Algumas marcas estrangeiras já pensaram estrategicamente nessa fase inicial, desenvolvendo uma colher pequena, completamente reta (sem a “concha”) e cheia de vilosidades. Ela permite que o alimento grude ao material com facilidade, reduzindo o grau de complexidade da tarefa motora. Assim, a partir dos seis meses, alguns bebês já fazem o movimento simples de levá-la até boca, como fazem com qualquer outro brinquedo. O uso desse utensílio não é de fato essencial, mas pode auxiliar especialmente as crianças com algum atraso motor.

 

E eu não indico usar a colher torta, a não ser que seu bebê tenha alguma alteração física ou motora que a faça necessária. Simplesmente porque os movimentos que a criança faz para levar o alimento à boca com uma colher torta são diferentes dos movimento que ela faz quando usa uma colher regular. Lembre-se, a tarefa também é importante na aprendizagem, e derrubar faz parte. Em alguns casos, a colher torta pode dificultar a aprendizagem da colher normal, visto que a criança vai ter que reaprender a usar o utensílio.

Outra coisa que você também pode gostar de saber é que o controle motor dispendido para levar o alimento para a boca com o garfo é muito menos complexo do que com a colher (que precisa de mais acurácia, força e equilíbrio). Você pode mostrar ao bebê que é possível espetar o garfo em uma fruta picada, por exemplo, e deixar que ele faça o movimento de levar até a boca.

 

Usar o garfo e alimentos picados pode ser inclusive uma estratégia bem eficiente para aquela fase em que os bebês jogam a comida longe apenas para ver a trajetória e a queda (estão aprendendo relações de causa e consequência por volta de 9-10 meses). Ensinar uma habilidade diferente nesse momento pode desviar o foco dessa “jogatina” e instigá-los a querer praticar o uso do garfo. Leia mais: Os 10 maiores desafios do BLW

 

Vocês são o modelo

Bebês naturalmente aprendem por observação. Então, culturalmente, se a sua família utiliza colher, garfo e faca, e vocês dão a oportunidade da criança se familiarizar e ter experiências com esses utensílios, fiquem tranquilos!

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Dê tempo ao tempo

De fato, uma das coisas mais importantes que você deve assimilar é que o uso dos talheres não acontece da noite para o dia. A grande maioria dos bebês tende a utilizar os talheres como um batuque inicialmente, levando meses para usar o talher para transportar o alimento do prato à boca. Alguns bebês internalizam o esquema rapidamente, e amam comer com talher, outros podem demorar meses (ou anos) para que decidam utilizá-lo.

De qualquer forma, quando se opta por um estilo de criação ativa que preza pela autonomia, é importante deixar as expectativas de lado. Se o bebê estiver disposto a comer, com certeza ele irá preferir usar as mãos, se para ele assim for mais fácil e prazeroso.

À medida que ele se desenvolve e percebe que o talher o ajuda a levar certos alimentos com mais facilidade à boca (como por exemplo arroz e feijão, uma sopa ou um mingau), ele tende a se interessar mais pelo seu uso também. Isso tende a acontecer após 1 ano, quando não somente suas habilidades motoras estão mais eficientes, como também seus esquemas cognitivos e suas habilidades psicossociais estão se desenvolvendo a todo vapor. Cada vez mais eles vão querer autonomia e serem reconhecidos por isso!

Devagar e Sempre! 😉

 

 

Michelle BentoNutricionista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em 2008, pós graduada em nutrição clínica funcional pelo Instituto Valéria Pascoal. Atua em co


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O uso do copinho do bebê é a melhor alternativa para oferecer o leite fora do seio materno

O Aleitamento Materno Exclusivo (AME) configura-se quando a criança recebe somente leite materno, diretamente da mama ou extraído desta, e nenhum outro líquido ou sólido, com exceção de gotas ou xaropes de vitaminas, minerais e/ou medicamentos quando necessários. Entretanto, em algumas situações, ou o AME não pode ser realizado, como nos casos de crianças que necessitam de suplementação; ou em casos em que se torna necessária a oferta do LM fora do seio materno, como nos de recém nascidos prematuros ou quando a mãe retorna ao trabalho.

Assim, torna-se necessário administrar a alimentação láctea utilizando um método alternativo. Nos casos em que o aleitamento materno for interrompido temporária ou permanentemente, tanto a OMS como a UNICEF não recomendam o uso de mamadeira, nem mesmo nos casos em que se torna imprescindível o oferecimento de alimentos substitutos do leite materno.

Por que não usar mamadeira?

A mamadeira é o método mais comum de suplementação, porém evidências científicas mostram que seu uso interfere significativamente na amamentação, sendo que os bicos de mamadeira podem ter impacto negativo no desenvolvimento do comportamento de sucção do lactente. A exposição ao uso de bicos artificiais diminui o tempo de aleitamento materno e do contato mãe-bebê – e está intimamente ligado ao desmame completo e precoce, além de favorecer a ocorrência de inúmeros problemas de saúde, incluindo déficits no sistema estrutural e motor orofacial.

O uso do copo na alimentação láctea do bebê

O aleitamento por copo é definido como um método de alimentação com leite materno utilizando um copo, sem que o bebê seja colocado na mama. Embora pareça novo, esse método é utilizado há anos, especialmente em países em desenvolvimento, com o objetivo de proporcionar uma alimentação segura nos casos em que os meios de esterilização de mamadeiras e bicos não sejam seguros ou quando as sondas gástricas não estejam disponíveis.

A técnica do “copinho” consiste num método seguro de alimentar o bebê, evitando a introdução precoce de mamadeiras.

Porquê utilizar esta técnica?

• Não interfere com a adaptação e sucção na mama;
• O bebê controla a ingestão de leite;
• Estimula os movimentos corretos da mandíbula e da língua, favorecendo o posicionamento correto para a amamentação;
• Proporciona experiências sensoriais como o paladar, textura e cheiro dos alimentos, ao contrário do que acontece com a mamadeira;
• Estimula a produção de saliva e lipases linguais resultando numa digestão mais eficiente;
• Diminui o risco de infecções, nomeadamente gastroenterites, em relação à mamadeira, pois o copo é mais fácil de lavar e, geralmente, o leite é armazenado durante menos tempo.

Vantagens

O bebê determina o seu próprio consumo, em termos de tempo e de quantidade; despende pouca energia; estimula o desenvolvimento e a coordenação dos reflexos de sucção e deglutição; estimula a secreção da saliva e das lipases da língua, tornando a digestão do leite materno mais eficiente e é um método fácil de administração de leite.

Os movimentos da língua e da mandíbula realizados durante a utilização do copinho são similares aos movimentos necessários para o sucesso da amamentação, e seu uso desenvolve os músculos responsáveis por esses movimentos.

As desvantagens são: o recém-nascido costuma desperdiçar algum leite; pode ser que pela facilidade substitua a amamentação natural; e o cuidador pode despejar o leite diretamente na boca da criança, ficando esta susceptível a engasgos e aspirações.

Como utilizar a técnica do “copinho”?
• Lavar as mãos;

• O bebê deve estar calmo e acordado;

• Envolver o bebê com uma manta ou lençol, de modo a que este não derrame o leite com os braços;

• Manter o bebê sentado ou semi-sentado, ao colo, o mais erguido possível;

• Utilizar um copo pequeno de plástico ou vidro, com bordas arredondadas;

• Colocar leite materno ou artificial no copo, até metade ou 2/3 da sua capacidade;

• Colocar a borda do copo nos cantos do lábio superior e pousar com suavidade no lábio inferior, com a língua dentro do copo (alguns bebês preferem colocar a língua por baixo da borda do copo);

• Inclinar o copo para que o leite apenas toque nos lábios do bebê, mantendo nesta posição mesmo quando a criança descansa. A estimulação sensorial é, geralmente, seguida de atividade visível da língua;

• Deixar que o bebê lamba o leite com movimentos da língua e dos lábios;

• O leite deve ser oferecido lentamente, com pausas, para facilitar a deglutição, devendo o bebê impor o ritmo da alimentação;

• Evitar ao máximo o extravasamento do leite, visto que provoca desconforto para o bebé, além de prejudicar a ingestão hídrica e calórica, bem como o ganho ponderal.

Em muito importante! Lembrar que a aprendizagem do bebê é um fator importante para o sucesso no aleitamento por copo.

Pesquisa mostra que copo deve substituir mamadeira

O uso da mamadeira é pior método de alimentação de lactentes não só por razões de riscos, mas também por gerar distorções no funcionamento da musculatura do rosto da criança e provocar possíveis alterações ortodônticas. Essa é uma conclusão de pesquisa realizada pela fonoaudióloga Cristiane Faccio Gomes e que foi objeto de sua tese de doutorado no Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da Unesp/Botucatu.

A investigação revelou que, na impossibilidade do aleitamento materno, a melhor solução para fornecimento de alimento ao lactente é a utilização do copo. O recomendável – diz a pesquisadora – é sempre o aleitamento exclusivo no peito por 6 meses, continuado até 2 anos ou mais, com o uso do copo sempre que necessário, ou seja, quando a mãe estiver trabalhando ou quando se ausentar por período superior ao da alimentação da criança. Aos seis meses – acrescenta Cristiane – a criança já pode utilizar o copo para ingerir água e sucos, não necessitando, em nenhum circunstância, do uso da mamadeira.

Segundo a fonoaudióloga, o seu trabalho revelou que, além dos benefícios já conhecidos e divulgados mundialmente, tornam-se claras as vantagens do aleitamento materno para o crescimento das estruturas e desenvolvimento das funções do Sistema Estomatognático e que favorecem o crescimento facial, a criação de espaços adequados para a erupção dentária, a respiração nasal, a deglutição adequada e a preparação para as funções de mastigação e fala.

Nesse quadro- diz a pesquisadora – as relações dos métodos de aleitamento com a fonoaudiologia tornam-se óbvias: todo o trabalho realizado naquela fase da vida da criança atua como fator de prevenção a diversos agravos: alterações musculares, dificuldades de fala no que se refere a embaraços na articulação de sons por diminuição do tônus muscular, deglutição atípica, Síndrome do Respirador Bucal e suas conseqüências na aprendizagem, otites de repetição que podem provocar perda auditiva irreversível, e alterações ortodônticas com repercussões na mastigação, fonação, vedamento labial e outras.

As funções musculares

Na realidade, cerca de vinte músculos atuam durante a ordenha do leite materno. Entretanto, está comprovado, por meio de diversas pesquisas, que os músculos masseter, temporal, digástrico, supra e infra-hióides, pterigoideos laterais e mediais são os mais ativos, exatamente porque são responsáveis pela movimentação da mandíbula (abaixamento, protrusão, elevação e retrusão) estimulando o crescimento facial de maneira adequada. Outros músculos, como é o caso do bucinador atuam, também, porém de forma menos intensa, ao contrário do que ocorre no aleitamento por mamadeira.

No uso da mamadeira, então, e ao contrário do que seria esperado, os masseteres e temporais apresentam atividade diminuída e os bucinadores revelam ações mais intensas. Isso porque o lactente alimentado por mamadeira realiza sucção por pressão negativa, ao contrário do aleitamento materno no qual ocorre a ordenha por pressão positiva em maior escala e, apenas, alguma pressão negativa. Por esse motivo, o lactente, na mamadeira, pode desenvolver basicamente dois tipos de sucção: a sucção que favorece o aumento da atividade dos bucinadores, gerando uma pressão sobre os maxilares e resultando em alterações ortodônticas e palatinas, com possíveis conseqüências respiratórias. Por outro lado, o outro tipo de sucção favorece a atividade aumentada da língua. Por isso algumas crianças que sugam mamadeira apresentam alterações ortodônticas e outras não.

 

Os riscos e o uso do copo

A cultura popular dita que a alimentação por copo é mais difícil, favorece mais chances de engasgos e as mães referem medo de oferecer leite por copo. Na realidade, vários autores já demonstraram que o uso da mamadeira é mais arriscado ao bebê por alguns motivos: aumento do furo do bico para que o leite apresente uma saída mais rápida, bem como o fato de muitos bebês mamarem deitados e com as mamadeiras escoradas.

O aumento do furo da mamadeira impede que o bebê controle o fluxo de leite e possa parar para descansar ou respirar. As mamadas deitadas são muito perigosas, pois os engasgos e aspirações são mais fáceis de ocorrer, bem como a entrada de leite pela Tuba Auditiva das crianças (que é mais horizontalizada que no adulto), promovendo otites de repetição.

A forma mais segura de alimentar o bebê é o aleitamento materno e o uso do copo como método alternativo e temporário, pois para oferecer leite por copo, o adulto deve estar presente e prestar atenção na alimentação do lactente. Alguns autores já descreveram a técnica para que o bebê possa ingerir o leite e realizar pausas para respirar sem que haja volume de leite sendo derramado em sua cavidade oral. A adoção da técnica correta e a paciência são essenciais para o sucesso desse tipo de alimentação.

 

Aleitamento materno ainda é pequeno

Existem dados de pesquisas de prevalência e incidência de aleitamento materno, e sabe-se que ele, apesar de ter aumentado nos últimos anos, ainda é muito baixo (60% no índice de aleitamento materno até seis meses, porém não de forma exclusiva e 13% em aleitamento materno exclusivo até o sexto mês – Brasil, 2002). O que se apurou, ainda, em pesquisas é que o uso de chupeta e mamadeira durante o aleitamento materno promove o desmame precoce, ou seja, o lactente tende a rejeitar o seio materno ao iniciar a sucção de tais bicos, pois a movimentação muscular muda completamente e os bebês acabam preferindo a mamadeira pela facilidade.

No caso do copo, não há pesquisas com uso de métodos objetivos, pois seu uso é relativamente recente e geralmente utilizado apenas nos hospitais que recebem do Ministério da Saúde, o Certificado de Amigos da Criança, pois nesses hospitais é proibido o uso de chupetas e mamadeiras. Acredito que muitas pesquisas possam ser desenvolvidas nessa área.

A pesquisa

A investigação realizada pela fonoaudióloga Cristiane Faccio Gomes é inédita no que se refere, principalmente, à análise da participação muscular no aleitamento por copo. Ela teve como orientadora, a professora Ercília Maria Caroni Trezza, docente do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da Unesp/Botucatu. O estudo teve a participação de 60 lactentes, nascidos a termo e sem intercorrências, entre dois e três meses de idade, e que foram divididos em três grupos: 20 com aleitamento materno exclusivo; 20 com aleitamento misto e uso da mamadeira; e 20 com aleitamento exclusivo com uso de copo.

Fontes:
GOMES, C. F. Avaliação eletromiográfica dos músculos masseter, temporal e bucinador de lactentes em situação de aleitamento natural e artificial. 2005. 179 f. Tese (Doutorado em Pediatria) Faculdade de Medicina de Botucatu, Botucatu, 2005.
LIMA, Vívian Passos and MELO, Adriana de Medeiros. Uso do copinho no alojamento canguru. Rev. CEFAC, Jan./Mar. 2008, vol.10, no.1, p.126-133. ISSN 1516-1846.
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